ABRACC Ano
II Nº 6 |
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Uma planta é constituida de milhares de células. Dentro do núcleo destas células estão pequeninos e discretos corpos, conhecidos por cromossomos. Estes cromosssomos carregam os genes que são os determinantes da hereditariedade da planta (neste caso). O número de cromossomos de uma espécie é geralmente constante, sendo 40 cromossomos para as Cattleyas, 30 para Vandas, 38 para Dendrobiuns e Phalaenopsis, etc. Este número representa duas séries ou conjuntos de cromossomos, uma série derivada do pólem do pai e outra dos óvulos da mãe, eles são chamados de diplóide ( di = dois + plóide = dobras). Com a polinização e a fertilização bem sucedida, a união do pólen com o óvulo formam a primeira célula de uma nova planta, tendo duas séries de cromossomos ( pai + mãe). Ocasionalmente contudo, ocorrem mudanças no número de cromossomos, resultando num aumento do número de séries.Então temos as plantas com tres séries de cromossomos (triplóides), com quatro séries de cromossomos (tetraplóides), com cinco séries ( pentaplóides) e com 6 séries (hexaplóides). Nas Cattleyas os números são: 40 diplóides (normal), 60 triplóides, 80 tetraplóides e 100 pentaplóides. Plantas com números variando de 41-42-58-59-61-62-81-82, são chamadas de aneuplóides. O aumento na ploidia em orquídeas é muitas vezesacompanhado de um aumento no tamanho das partes da planta, as plantas são mais robustas e as flores normalmente maiores e de melhor forma. Por que essa preocupação com o número de cromossomos que a planta tem? - Dentro da natureza, em condições normais uma planta deverá ser diplóide, se ela for triploide ou outor maior que o diplóide, estará saindo da regra geral, e se ela está fugindo da regra geral ela poderá ser de muita importância para cruzamentos. Logo tambem é muito importante que o cultivador que faz os cruzamentos das plantas saiba o tipo genético que está cruzando, pois ao se cruzar plantas que não tenha conjunção genética, as sementes serão inférteis. A colchicina é um elemento químico que interrompe a divisão celular podendo causar ou estimular a ploidia. |
ABRACC Ano
II Nº 8 |
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Quando temos nossas plantas
atacadas por insetos indeséjaveis, geralmente, valemo-nos de um
bom inseticida químico para acabar com o problema. Sabemos entretanto,
que alguns destes "venenos" são metabolizados pelas plantas
e em função de sua toxicidade acabam por eliminarou espantar
os visitantes indesejados. Todavia, podemos conseguir o mesmo resultado
valendo-se de outras plantas (flores, folhas e ou raizes) facilmente encontradas
em jardins, floriculturas, farmácias homeopáticas e até
mesmo em casas de ervas. Assim, passamos a apresentar algumas destas plantas
que podem nos auxiliar de uma maneira mais natural. |
ABRACC Ano III Nº
11 |
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Florais também para as plantas Há quem ainda desconfiem,
mas a terapia com florais , que teve como pioneiro o médico inglês
Edward Bach, foi reconhecida pela Organização Mundial de
Saúde (OMS), e já recebeu a aprovação de muita
gente em todas as partes do mundo. E quem diria, as próprias plantas
podem se beneficiar com os florais. |
ABRACC Ano VI Nº 17 |
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. Algumas espécies de orquídeas são de
difícil adaptação fora de seu habitat natural, outras
conseguem adaptar-se, desde que cumpridos alguns requisitos básicos
e a maioria vai muito bem sobre telado ou em estufas. No começo,
tive algumas dificuldades no cultivo dos Catasetuns, procurando aprender
com os amigos, falhas e acertos. Considero-me ainda um neófito
na orquidofilia e muita coisa por aprender. Inclino a fazer a afirmação:
Temos que criar o hábito de visitar os orquidários, sejam
eles profissionais ou particulares; participar de exposições,
simpósios e cursos, onde ouvimos muitas estórias e relatos
da experiência dos orquidófilos iniciantes até sexagenários.
Para não ficar com os "segredos" só para mim,
resolvi enumerar algumas dicas abaixo. São experiências e
tentativas de obter melhor resultado no cultivo do Catasetum, portanto,
o resultado pode ser diferente de região para região e depende
de alguns cuidados. Altamir Soares. |