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ABRACC Ano II Nº 5
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vinaceum Hoehne |
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| Epifita
com pseudobulbos e folhas não diferente do Ctsm
trulla Lindl. e outras espécies afins; racimo floral
masculino mais ou menos horizontal ou levemente ascendente, de 15-20cm
do comprimento, na parte sem flores com espaçadas bainhas fortemente
apressas e 5-10 flores muito vistosas no terço superior; estas
flores bem discerradas, com os segmentos entretanto não reflexos,
apenas patentes, inteiramente cor do vinho sem qualquer pinta ou tonalidade
diferente; sépalos largo-ovalados, ápice agudo mais não
acuminado, do 3,8-4 cm. do comprimento, o dorsal do 1,6 e os laterais
de 2cm do largura; pétalos levemente mais largos na metade superior,
do comprimento. do sépalo dorsal e 1,2 cm. de largura; labelo
infiro, largamente codiforme ovalado. um tanto trilobado, margens denticuladas
e ciliadas, parte terminal arredondada, no centro côncavo, ápice
plano até convexo, de 4 cm. do comprimento sobre igual largura
abaixo do meio, no disco com um calo linear-oblongado; coluna ereta
antenas paralelas atingindo o centro do labeloápice longamente
rostrado, ao todo de 4 cm de comprimento; anteras como nas espécies
afins. Distribuição Geográfica: Matas do Rio Sepotuba afluentes do Rio Paraguai em Mato Grosso, Rios Coxim e Taquari e matas adjacentes em Mato Grosso do Sul. Devemos lembrar que o Catasetum vinaceum, tem como sinomínia Catasetum taquariense, per ter sido descrito primeiro. prevalecendo então o nome de Catasetum vinaceum. Para aqueles que ficam confusos se sua planta é ou não Catasetum vinaceum, basta olhar a forma do labelo que é sempre igual variando apenas a coloração, que varia entre albo, amarelo, vermelho e listrados com as cores anteriores. Outro fato interessante é que mais ou menos 35% das plantas encontradas na natureza são albas. |