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. . . Como
tudo que é vivo, as orquídeas também necessitam
de nutrientes para nascer, crescer e reproduzir. Existem duas
formas de absorção dos nutrientes pelas plantas
(além da fotosíntese que também fornece
energia), são elas: Através das raízes e
através das folhas. Se existem dois tipos de absorção,
logo existem dois tipos de adubação, que são:
radicular e foliar. Os adubos podem ser químicos e orgânicos. Os adubos orgânicos tem uso controverso, pois alguns alegam que podem levar doenças às plantas, além de não se ter o controle de doses específico, mas podem ser usados e são, principalmente, na forma radicular (torta de mamona, farinha de osso, esterco de galinha, casca de café entre outras). Já os adubos químicos são baseados no Nitrogênio (N), Fósforo (P) e Potássio (K) que tem a seguinte função: Nitrogênio (N) - É o responsável pelo crescimento, por entrar na formação das proteínas. Fósforo (F) - Estimula o crescimento das raízes, o florescimento e ajuda na formação das sementes, apressando a maturação. Potássio (P) - Aumenta a resistência às doenças e melhora a qualidade dos frutos, por ajudar na produção de amido e proteina. |
![]() O adubo Peters é muito conceituado no meio orquidófilo. |